
Tudo cumeço na carência que tudo home,qui nem eu,tem de í num buteco. Uma coisa qui só si compara com a necessidadi que as muié tem di í num salão di beleza. Nu começo a gente ficava o dia ínterim bebendo num rancho na bera do rio Mogi, pertim do vilarejo de São Luiz em Jacutinga , Minas Gerais. Nóis e as muié. Derrepente dava aquela vontade de buscá áio pra mó di cuzinhá. Na verdade, o que nóis home quiria era í pra cidade e passá num buteco sem tê qui pidi pras muié.
O tempo passo, e cada veiz que nóis ia buscá áio o bico delas ficava maior.
Foi intãosse que nóis cumeçô a pensá que podia tê um buteco mais perto, um butequinho longe donde as muié tomava sór, mai que ficasse quase perto das vista delas. Aí, nois foi oiando as montanha, os espacinho, e pensamo: vamo fazê um buteco aqui dentro da popriedade, do lado mai oposto possiver de onde a gente passava o dia interm bebendo. Aí nóis ia podê finarmente saí pra í bebê num bar. Desenhamo o bar numa fôia banca cum lápis preto, pronto, foi provado pur tudo os amigo que freqüentava o lugar, só fartava cunstruí!
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